INVESTIGAÇÃO & DESENVOLVIMENTO 

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OPINIÃO

 
 

Prof. Dr João Ferreira de Almeida ,

Presidente do ISCTE

 

ISCTE aposta forte na investigação

O Instituto Superior das Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE) desenvolve o ensino e a investigação em três grandes áreas: a de Ciências Sociais e Humanas, a de Ciências de Gestão e a de Ciências Tecnológicas

Na área de Ciências Sociais e Humanas, a investigação está centrada na UNICS – Unidade de Investigação em Ciências Sociais.

A UNICS foi criada em 1994, com o objectivo de optimizar a investigação científica realizada na área das ciências sociais e humanas por diversos Departamentos e Centros de Investigação associados ao ISCTE. Actualmente, a UNICS agrega mais de 200 investigadores em sociologia, economia, antropologia, psicologia social e história, distribuídos pelas seguintes nove subunidades:

• CEA – Centro de Estudos Africanos;

• CEAS – Centro de Estudos de Antropologia Social;

• CEHCP – Centro de Estudos de História Contemporânea Portuguesa;

• CET – Centro de Estudos Territoriais;

• CIES – Centro de Investigação e Estudos de Sociologia;

• CIS – Centro de Investigação e Intervenção Social;

• Departamento de Antropologia Social do ISCTE;

• Departamento de Sociologia do ISCTE;

• DINÂMIA – Centro de Estudos sobre Mudança Sócio-Económica.

 

Outras áreas de actuação

A investigação na área de Ciências da Gestão está centrada na UNIDE/ISCTE – Unidade de Investigação em Desenvolvimento Empresarial do ISCTE. Tal como a UNICS, foi criada em 1994 e congrega a quase totalidade da investigação institucional nas áreas de Gestão e Métodos Quantitativos. Actualmente, integram a UNIDE cerca de centena e meia de investigadores, muitos dos quais doutorados ou com grau de mestre. Os projectos de investigação e desenvolvimento na UNIDE são, por vezes, desenvolvidos em associação ou integrados em programas de maior valência no âmbito da União Europeia ou em colaboração com outros institutos de investigação, empresas e a própria Administração Pública portuguesa.

É relevante mencionar a cooperação da UNIDE com o INDEG/ISCTE e a AEDG/ISCTE, uma vez que é através das respectivas revistas (revista portuguesa de Gestão e Economia Global e Gestão) que é publicada parte significativa dos resultados de investigação realizada. Além disso, a UNIDE publica mensalmente um boletim informativo.

Dentro da UNIDE, são os seguintes os centros associados:

• CEMAF – Centro de Investigação de Mercados e Activos Financeiros;

• GIEM – Centro de Investigação e Formação em Marketing;

• GIESTA – Grupo de Investigação Estatística e Análise de Dados;

• OVERGEST – Centro de Especialização em Gestão e Finanças.

As ciências tecnológicas, na sua diversidade, desenvolvem igualmente actividade relevante de investigação, com forte integração internacional. Importa mencionar o CEUA – Centro de Estudos de Urbanismo e Arquitectura e a ADETTI – Associação para o Desenvolvimento das Telecomunicações e Técnicas de Informática, bem como a capacidade de I&D em Engenharia e Ciências da Computação e da Informação do ISCTE ficou em segundo lugar na actividade de projectos financiados pela União Europeia no V Programa Quadro.

 

Centros associados

Independente destas unidades de investigação, o ISCTE tem ainda o INESLA – Instituto de Estudos Superiores do Litoral Alentejano e o In Out Global – Instituto de Estudos de Logística e Gestão Global.

Ainda em termos de investigação, o ISCTE desenvolve o projecto OBSERVA – Ambiente, Sociedade e Opinião Pública, que constitui um programa de investigação criado em 1996 pelo ISCTE e pelo ICS, que, enquanto Observatório Permanente, desenvolve algumas linhas de orientação na realização de estudos e acções de divulgação sobre as dimensões sociais dos problemas e políticas ambientais.

Os centros de investigação associados ao ISCTE são creditados pela FCT (Fundação para a Ciência e a Tecnologia) e receberam todos boas classificações por parte da Fundação, sendo que dois receberam a classificação “Excelente” e dos restantes a classificação mais baixa é “Bom”. Os projectos promovidos pelos centros contam com diversos tipos de financiamento, quer por parte da própria FCT, quer pela União Europeia, quer por outras instituições que solicitam pesquisas. Os investigadores pertencentes a estes centros são na sua maioria doutorados ou possuem o grau de mestre, contando-se também com diversos colaboradores externos.

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