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A criação de uma Rede Europeia de Centros de Mobilidade
- a rede
ERA-MORE - é um dos vectores da estratégia de reforço
dos meios humanos dedicados à investigação na Europa,
facilitando a mobilidade dos investigadores europeus e
atraindo à Europa investigadores de países terceiros.
A mobilidade dos investigadores irá contribuir, através
do importantíssimo factor que representa a possibilidade
de contacto directo entre investigadores,
para estruturar o Espaço Europeu da Investigação,
um dos objectivos da Estratégia de Lisboa.
É na rede acima referida que se
incluem os 15 Centros cuja actividade foi lançada
em Portugal em apresentação pública no dia 13 de
Outubro. Estes Centros estão
sediados em organismos já existentes, nomeadamente
na Fundação para a Ciência e Tecnologia, no Gabinete de
Relações Internacionais da Ciência e do Ensino
Superior, na Agência da Inovação, no Instituto
Gulbenkian da Ciência e nas Universidades dos Açores,
Algarve, Aveiro, Beira Interior, Coimbra, Évora, Lisboa,
Madeira, Minho, Porto e Trás os Montes e Alto Douro,
cobrindo, assim, o território do continente e das regiões
autónomas.
Especificamente, os Centros de Mobilidade têm por missão
responder aos muitos problemas com que se deparam os
investigadores e respectivas famílias nas suas experiências
de mobilidade. Estes problemas são concretos, contribuem
para desencorajar as estadias noutros países
e devem, por essa razão, ser minorados ou
eliminados.
O compromisso assumido pelas entidades que operam os
Centros é o de prestarem serviços aos investigadores
acolhidos nessas entidades (ou que exercendo nelas a sua
actividade preparam
estadias noutros países) e ainda qualquer investigador
que os solicite. Esta extensão inclui, por exemplo, os
investigadores que venham exercer a sua actividade em
empresas ou noutras universidades, situações que estavam
pouco cobertas e que importa, por essa razão, dinamizar.
Outro dos factores
impulsionadores da actividade de investigação é o
Portal Europeu da Mobilidade, com o qual se articula o
Portal Nacional (www.astrolabium.pt), também apresentado
no passado dia 13, onde são inseridas informações
relevantes para a mobilidade dos investigadores.
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